eles virão buscar-vos brevemente...
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
uma noite sonhei VI - "demónio". 14/11/2011
6ª noite (8/11/2011) - homem, um dos actores da série Murphy Brown, meio careca, que persegue o seu filho encontra-o morto numa espécie de plataforma petrolífera à beira da praia e quer vingar-se do culpado. outro homem, eu, pede câmara fotográfica para filmar, quando se levanta um forte vento lançando areia por tudo o que é sítio. anoitece de repente. imediatamente ao meu lado está uma paragem de autocarro no meio do areal da praia. há um eclipse ao mesmo tempo que um demónio ou satanás fala à humanidade sobre a era das trevas. a sua cara aparece primeiro na lua e depois quando o eclipse é quase total apenas no céu escuro. eu filmo a comunicação e alterno o olhar entre a câmara e a vista directa do demónio. um casal de lésbicas pouco atraentes ao meu lado parece contente com o evento e beijam-se, serão satânicas?...acaba o eclipse e a comunicação do demónio. as pessoas perguntam-se se será verdade e se for mentira como foi feito. acho que estou no brasil. suspeito também eu da veracidade do acontecimento. lembro-me de achar a iluminação bastante falsa. aproximo-me de uma zona do areal e vejo projectores a sair da areia, meio escondidos. ainda assim continuo a não saber como foi projectada a imagem do demónio na lua.
uma noite sonhei V - "cambridge". 14/11/2011
mais um em que os pormenores são vagos.
5ª noite (7/11/2011) - num bairro que desconheço mas que parece benfica, estou num andar de escritórios. entro numa sala. acho que estou ali para ter aulas, mas não consigo precisar. faz-me lembrar de quando ia à cambridge school.
5ª noite (7/11/2011) - num bairro que desconheço mas que parece benfica, estou num andar de escritórios. entro numa sala. acho que estou ali para ter aulas, mas não consigo precisar. faz-me lembrar de quando ia à cambridge school.
uma noite sonhei IV - "loja de penhores". 14/11/2011
este é um cujos pormenores se apagaram.
4ª noite (6/11/2011) - loja penhores. regresso ou trabalho numa loja de penhores que me recorda o ambiente do clube de video da portela. está-se à procura do dono e repara-se nas mudanças levadas a cabo na loja.
4ª noite (6/11/2011) - loja penhores. regresso ou trabalho numa loja de penhores que me recorda o ambiente do clube de video da portela. está-se à procura do dono e repara-se nas mudanças levadas a cabo na loja.
uma noite sonhei III - "futebol". 14/11/2011
3ªa noite (5/11/2011)- assisto a um jogo de futebol de crianças. uma das que joga é uma rapariga de cerca de 7 anos que tem o cabelo louro mas muito encaracolado. não sou o treinador, mas estou junto dos miúdos substitutos que estão de fora e do treinador, mas estranhamente atrás de uma das balizas e não num banco de suplentes. eles estão calados, mas eu tento incentivar os que estão a jogar e a levar uma tareia no jogo. pedem-me que não faça tanto barulho. no final do jogo vão-se embora. anoitece. eu fico no campo fora das 4 linhas junto a um banco. ficam lá três guarda-chuvas. não se sabe de quem são e tenta-se descobrir. um deles tem o nome de alguém escrito no tecido. alguém pega em dois. fico com o terceiro e vou à procura do dono, perguntando, já dentro de um edifício, perto dos balneários, às pessoas que lá estão, provavelmente familiares dos jogadores.
uma noite sonhei II - "o camião de tomates gigantes" 14/11/2011
2ª noite (4/11/2011) - um camião dirige-se para mim numa estrada poeirenta, no meio do mato. desvia-se de mim e tem um acidente, virando-se de lado. é um camião de caixa aberta levando tomates gigantes atrás. virado de lado, consigo ver por baixo do camião. os tomates largam uma especie de raízes para baixo do camião, que têm bolos esverdeados. uns insectos grandes com ar assustador consomem estes bolbos verdes. afasto-me até uma ribeira que corre ao lado. subitamente, ondas de água chegam de vários lados, parecendo os tsunamis da ásia. as pessoas assustam-se e começam a fugir. estou num sítio onde estranhamente, por não ser muito alto, as ondas não me chegam, mas sinto-me seguro, nunca duvidando. a dona lurdes, sogra da minha irmã, tem um bebé que é levado pela corrente. ela grita. os outros estão afastados. logo que me percebo do que aconteceu começo a correr, saltando pela margem até chegar ao bebé, que puxo da água. imediatamente depois de o salvar começo a chorar como nunca.
uma noite sonhei I - "mar morto". 14/11/2011
tenho tentado apontar os meus sonhos. alguns estão mais definidos que outros. comecei a fazê-lo este mês e às vezes quando não tenho paciência para os descrever imediatamente perco pormenores. este é o primeiro, que tive há onze dias atrás no dia 3.
1ª noite - ando até chegar a uma espécie de praia. estou acompanhado mas não posso precisar por quantos e quem. não há praticamente ondas. ao aproximar-me da beira da água baixo-me e apanho algo do chão, uma mão cheia de sal. é o mar morto. entro na água e ando. tenho algo ao colo, uma criança talvez. continuo a avançar pela água a dentro, o céu fica nublado, há agora imensa gente na água à minha volta. avanço, mas a água fica sempre pelo meu peito. começam algumas ondas. parece que se aproxima uma tempestade.
1ª noite - ando até chegar a uma espécie de praia. estou acompanhado mas não posso precisar por quantos e quem. não há praticamente ondas. ao aproximar-me da beira da água baixo-me e apanho algo do chão, uma mão cheia de sal. é o mar morto. entro na água e ando. tenho algo ao colo, uma criança talvez. continuo a avançar pela água a dentro, o céu fica nublado, há agora imensa gente na água à minha volta. avanço, mas a água fica sempre pelo meu peito. começam algumas ondas. parece que se aproxima uma tempestade.
terça-feira, 5 de julho de 2011
naquele dia futuro
Naquele dia futuro em que apenas nuvens cobrem o céu
respiro uma flecha de sol
e já não sinto o cinto
que me amassa o peito, despedaça, estilhaça
mas hoje me estrangula
de amar para além da gula
se em nós vejo para além do agora
quando a tua ânsia demora
e outros olhos de fogo queimam os meus.
Que a maravilha do momento por vir
me leve então em asas de falcão
aos céus de ouro explosivo
que fique apenas meio-vivo
uma parte lá, sem pressa de cair.
E cego me encontre esse desejo
se agora que mal vejo
é com certeza mais romance
que espero no fim do romance
respiro uma flecha de sol
e já não sinto o cinto
que me amassa o peito, despedaça, estilhaça
mas hoje me estrangula
de amar para além da gula
se em nós vejo para além do agora
quando a tua ânsia demora
e outros olhos de fogo queimam os meus.
Que a maravilha do momento por vir
me leve então em asas de falcão
aos céus de ouro explosivo
que fique apenas meio-vivo
uma parte lá, sem pressa de cair.
E cego me encontre esse desejo
se agora que mal vejo
é com certeza mais romance
que espero no fim do romance
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