para mim é sempre difícil dizer adeus
por mais que tente e mais que queiras
olho para o teu joelho que era meu
e sinto-o nú, à sua maneira.
um toque há muito perdido
em ti há séculos fugido
e ainda as tuas palavras despreocupadas
me magoam, desajustadas
e mentes contra toda a evidência
pois então que se lixe
como pode a perfeição entrar em concorrência
com alguém que é fixe?
eles virão buscar-vos brevemente...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
demasiado 2/2011
quando penso em ti
parece que morri
como alguém que conhece
sempre esquece
mesmo que refletido
está partido
parece que morri
como alguém que conhece
sempre esquece
mesmo que refletido
está partido
Dúvidas, perguntas ou questões. 2/2011
Ontem o sol não despertou
Tenho frio
Resta-me esperar pelo amanhã.
Tenho frio
Resta-me esperar pelo amanhã.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
no horizonte, vejo tudo 02/2010
sou posto de lado
e sou partido
o meu tronco despojado
os meus braços abandonados
as minhas pernas ignoradas
a minha cabeça menosprezada
e sou deixado ao relento
frágil, à mercê dos elementos
na noite gelada
pega em mim
traz a tua mão e reconstrói-me
deita fora o de não precisas
dá-me aquilo de que necessito
tenho de partir
ficar mais perto do que está longe.
faz-me sentir leve, mas seguro
o que fica para trás torna-se vago
o que vem para a frente parece puro
e lá do alto vejo o sol já vai meio fora da água
escapando-se do infinito lago
lentamente, sem dor, sem mágoa
guia-me pelo ar
não me deixes cair
dá-me o teu tempo e habitua-te a mim
eu sou apenas isto
não queiras gastar o que temos
para se consumir num segundo
os ventos sopram-me para além
mas a minha corda está amarrada
presa da minha asa
ao chão da minha casa
sofre frustrada
à espera de ninguém
mas para já estou contente
e fico a apreciar o panorama
perto da minha cama
as nuvens passam rente
preso até que alguém me liberte
o nó górdio desaperte
mas olhando o horizonte
a sós com a minha ambiguidade
na minha marcada cabeça
receio que apareça
uma nova tempestade
e sou partido
o meu tronco despojado
os meus braços abandonados
as minhas pernas ignoradas
a minha cabeça menosprezada
e sou deixado ao relento
frágil, à mercê dos elementos
na noite gelada
pega em mim
traz a tua mão e reconstrói-me
deita fora o de não precisas
dá-me aquilo de que necessito
tenho de partir
ficar mais perto do que está longe.
faz-me sentir leve, mas seguro
o que fica para trás torna-se vago
o que vem para a frente parece puro
e lá do alto vejo o sol já vai meio fora da água
escapando-se do infinito lago
lentamente, sem dor, sem mágoa
guia-me pelo ar
não me deixes cair
dá-me o teu tempo e habitua-te a mim
eu sou apenas isto
não queiras gastar o que temos
para se consumir num segundo
os ventos sopram-me para além
mas a minha corda está amarrada
presa da minha asa
ao chão da minha casa
sofre frustrada
à espera de ninguém
mas para já estou contente
e fico a apreciar o panorama
perto da minha cama
as nuvens passam rente
preso até que alguém me liberte
o nó górdio desaperte
mas olhando o horizonte
a sós com a minha ambiguidade
na minha marcada cabeça
receio que apareça
uma nova tempestade
\(*-*)/
percebo que estou à espera de várias coisas, algumas são para já difíceis de definir e por muito que me sinta perdido, sei que me posso agarrar a algo, a minha bóia. e tenho que agradecer muito por isso.
colorado...
colorado...
domingo, 7 de fevereiro de 2010
ryan adams - how do you keep love alive.
What, what are the words
They use when they know it's over
"We need to talk," or
"I'm confused, maybe later you can come over"
How do you keep love alive?
They use when they know it's over
"We need to talk," or
"I'm confused, maybe later you can come over"
How do you keep love alive?
semana
bla bla bla bla
bla bla bla bla
bla bla bla bla
trabalho
bla bla bla bla
confusão
bla bla bla bla bla bla
bla bla bla bla bla bla
fim de semana
bla bla
fuck.
bla bla bla bla
bla bla bla bla
trabalho
bla bla bla bla
confusão
bla bla bla bla bla bla
bla bla bla bla bla bla
fim de semana
bla bla
fuck.
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