Estás fora de controlo? Diz-me, meu tolo
Se aquela que queres é única entre as mulheres
Ou, como de costume, o que vos une
é esse fugaz fulgor?
Ah, é amor...Então perdão, senhor.
eles virão buscar-vos brevemente...
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
esta noite sonhei XXVII - "epic night". 01/12/2011
27ª noite (29/11) parece que estou de férias. o sítio faz-me lembrar la manga, no sudeste de espanha. saio do apartamento com o Nuno Silva, meu cunhado, e passamos uma espécie de passadiço para a praia. está um sol muito forte. andamos pelo areal até vermos alguém nosso conhecido. depois de ficarmos lá um tempo, resolvemos seguir para encontrar um sítio melhor. Aproximamo-nos de uma grande palmeira larga no meio da praia onde estão outras pessoas. decidimos pousar as coisas e só depois reparamos que essas pessoas ou nuas ou meio nuas a despir-se do resto. ao verem que não nos despimos começam a tentar expulsar-nos dali verbalizando injúrias. decidimos ir embora e encontrar outro sítio bom para nós. saímos do areal e entramos noutra espécie de passadiço coberto, onde subimos escadas, entramos num terraço e confirmo que se está a fazer tarde porque o sol desapareceu e está a ficar escuro, com a excepção de umas nuvens douradas que se assemelham a riscos contra o céu cinzento escuro. continuamos para dentro do passadiço e andamos pelo que parece ser o interior de um edifício abandonado, especialmente o poço das escadas.
vou com um rapaz, o Miguel Santos, a andar. estamos ao lado de duas raparigas com os seus 17 anos. uma
delas olha para mim ocasionalmente, às vezes com um olhar zangado. acho que estou a falar com o mike e quando volto a olhar para a rapariga ela faz-me um manguito. digo-lhe nessa altura que a acho gira. acho que a amiga dela fica com ciúmes. a outra deixa de se meter comigo, como se tivesse ficado envergonhada. peço-lhe o número dela. ela não fica convencida, mas eu reitero a minha intenção. ela parece tirar de um papel e apontar qualquer coisa. ao mesmo tempo diz-me o número dela. como eu penso que me vai dar o papel não dou muita atenção aos números que diz, se bem que tenho o telemóvel na mão e carrego nuns números. acabo por perceber que não me vai dar o papel e creio que o numero que tenho é errado, mas não tenho coragem para lhe pedir para repetir. peço também o número da amiga. ela fica confusa, mas o que digo é que assim quando formos sair levo um amigo e saímos os quatro. continuamos a acompanhá-las e começa a chover. levo um chapéu de chuva e abro-o. pouco depois pára de chover. andamos por um caminho de terra escura, com arbustos de lado. chegamos a uma clareira onde o caminho está inundado com a excepção de um carril do passeio. o resto tem zonas mais rasas ou fundas. as raparigas sabem o caminho preferível para elas. eu arrisco a ir pelo carril e equilibro-me para passar a água, muito devagar, às vezes não conseguindo evitar por as minhas CAT pretas novas na água. estou divertido. vejo que o mike está com algumas dificuldades em passar. acabo por chegar ao outro lado. as raparigas também chegam. vejo que o mike ficou a meio, sentado com os sapatos tirados. volto para ao pé dele, sem água. creio que a partir dali ele já não terá dificuldades em chegar ao final. afasto-me um pouco mais para trás, para conhecer os arbustos ali. alguém vem atrás de mim. vejo algo a vir na minha direcção, voando rente ao chão. é algo pequeno. é um peixe branco com cabeça de cachalote que parece nadar, mas no ar. pergunto à pessoa que veio comigo se aquilo é um peixe. ela diz que sim. continuamos a andar até chegarmos a um edifício, uma vivenda enorme, amarela. entramos por um portão e vemos pessoas jovens atarefadas a preparar as suas malas e roupas para ficarem ali. parece que se juntaram para assistir a um festival ali perto e vão ficar naquela pousada. fico com a sensação de que não vou para casa e que ficarei ali a dormir. na recepção dizem-me que é só escolher a cama, não há lugares marcados. já antes de entrar na recepção, a rapariga morena que acompanhei deita-me um olhar como se estivesse a ver para onde eu ia. vou entrar num dos quartos onde penso ficar e saem três raparigas de lá, a do meio é alta e larga, de cabelo curto e ruivo. entro no quarto onde estão outros rapazes a instalarem-se. ando um pouco e vejo uma amiga de há anos, a Fabiana Silvestre. tem o cabelo encaracolado mas curto, para cima. aproximamo-nos e damos um abraço. digo que ela não parece tão magra como antes e apesar de querer que seja um elogio, tenho a percepção do que disse e como em princípio será entendido como não o sendo. quero remendar o meu erro dizendo que está muito bonita...
(o meu pai acorda-me)
esta noite sonhei XXVI - "contcherto". 01/12/2011
26ª noite (28/11) estou numa sala de aula com mais gente. o espírito é de festa, nada formal. eu e o João Canelo estamos vestidos de pijama e aguardamos para ir dar o nosso primeiro concerto como Schizling the Cruise. acho que a Maria Luz está também sentada connosco à espera. chega à sala a Sandra Ricardo e nós comentamos que ela já não tem passado muito tempo connosco. ficamos um pouco espantados com o cabelo dela, que tem tons cor de rosa e está todo espetado com a excepção de uma mullet. chamam-me para ir para a frente da sala e eu fico nervoso, mas depois explicam-me que ainda não é para tocar - acho que estou nervoso porque não sei como iremos fazer um concerto. é para anunciar quem vai ganhar o prémio de melhor álbum e os Schizling the Cruise, como estão nomeados precisam de um representante no "palco". a Carla Soeima também lá está, mas não conheço a sua música e muito menos o álbum para o qual está nomeada. acabam por anunciar que o vencedor não é nenhum de nós mas uma terceira entidade. volto para me sentar.
esta noite sonhei XXV - nope. 01/12/2011
25ª noite (27/11) sei que sonhei e por isso estou satisfeito, mas não me recordo de nada.
esta noite sonhei XXIV - "por 1.10€". 01/12/2011
24ª noite (26/11) estou numa cantina, mas o espaço tem paredes azuis e chão rosa, parecendo a farda do galactus. dirijo-me a uma máquina de venda para comprar um bilhete de metro, acho eu. pede-me 1.10€. eu tenho 1.10€ trocado, masponho mais umas moedas, talvez 1.45€. a máquina dá-me o bilhete e devolve-me o dinheiro a mais. fico mais um pouco. atrás de mim está uma rapariga que parece impaciente. é magra jovem e loira de cabelo comprido. pega numa caneta e depois de me virar para ela risca-me a camisola um pouco para que me despache. como não saio do sítio ela pega novamente na caneta e risca-me a camisola branca e preta praticamente toda à frente. fico possesso e pego nela, arrastando-a até uma parede, onde a encosto e segurando com uma mão o seu pescoço levanto-a. depois de falar com ela, justificando o que estou a fazer, mato-a. vou-me embora, mas sei que ela está viva, como se "matar" significasse outra coisa. apenas não me interessa mais.
esta noite sonhei XXIII - "gajas". 01/12/2011
23ª noite (25/11) numa espécie de encontro social, uma mulher gordinha a meio dos seus 30s vê um homem que acha atraente e fala com ele. os dois acabam por ganhar uma certa cumplicidade e a mulher faz um avanço. a mulher desse senhor aparece e tendo ouvido o que a mulher disse explica que fica contente por uma acção a três. a mulher sente-se envergonhada e afasta-se. creio que essa mulher encontra uma outra mais jovem e as duas já no exterior do edifício, numa espécie de relvado num jardim numa praça da cidade, com uma fonte, vêm
um homem. as duas parecem trocar de identidade pois a gordinha nota o homem primeiro. a outra diz que o conhece e conta o seu nome, aparentemente atraída por ele. a gorducha decide ir ter com ele. creio que o homem é o mesmo que aparecera anteriormente, mas a gordinha não sabe quem ele é agora.
esta noite sonhei XXII - "videoclip". 01/12/2011
22ªnoite (24/11) o slash dos guns n roses está a fazer um solo com uma guitarra electrica e faz poses enquanto toca, esticando a guitarra como se fosse uma espingarda. está a tocar ao mesmo tempo que eu, no corpo de um outro homem, bem feito e ventindo calças de spandex preto, faço de conta que canto no videoclip. sou o vocalista da banda e os outros dois membros, um dos quais acho que é o joao canelo, vêm atrás de mim, um de cada lado. estamos os três a andar por uma estrada e creio que comela a tocar o sweet child of mine dos guns. apesar de andarmos no mesmo ritmo as coisas aceleram à nossa volta e estamos a ultrapassar tudo - carros que estão na estrada (que agora me faz lembrar a a5 de alfragide para cascais) e outras pessoas que também andam rapidamente. acabo por ver outras duas pessoas à frente que andam quase à nossa velocidade mas acabo por as alcançar. dizem que são também de um grupo. uma delas faz-me lembrar um urso. chegamos ao nosso destino que é uma estação, me faz lembrar das estações de comboio nova-iorquinas em altura.
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